Escutamos o barulho do trem
a atravessar o meio da neblina das 4:50 da manhã
eu e Matilda, a gata
sobre nosso colchão
A noite tranquila, perdi o medo de estar sozinha
É uma paz
Mesmo pobre, e às vezes, faminta
Olho para as roupas desalinhadas sobre a mala de viagem
A casa minúscula sem mobília
E agradeço por poder ser simples
Por ter tempo de vadiar sobre as estrelas
Pelo pôr-do-sol de ontem
Pelo pôr-do-sol de amanhã
Por saber-me imperfeita
Como as montanhas erodidas
E que tudo dança debaixo do sol
Identifico-me com a ambição das plantasa atravessar o meio da neblina das 4:50 da manhã
eu e Matilda, a gata
sobre nosso colchão
A noite tranquila, perdi o medo de estar sozinha
É uma paz
Mesmo pobre, e às vezes, faminta
Olho para as roupas desalinhadas sobre a mala de viagem
A casa minúscula sem mobília
E agradeço por poder ser simples
Por ter tempo de vadiar sobre as estrelas
Pelo pôr-do-sol de ontem
Pelo pôr-do-sol de amanhã
Por saber-me imperfeita
Como as montanhas erodidas
E que tudo dança debaixo do sol
Com as vontades dos animais
"Identifico-me com a ambição das plantas
ResponderExcluirCom as vontades dos animais" É simplesmente bárbaro!