ainda to em estado de montanha. toda vez que saio não entendo os carros, a estreiteza do tempo, a buzina - pra mim - no momento em que atravesso e
arrisco
os seus compromissos, e acho que não sei mais dar valor à importância em distinguir o verde do vermelho nestas redondas luzes que me acendem a permissão de prosseguir.
sãopa
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
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Nunca compreendi os carros também. Saudades da poesia que você é.
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