glalce não largue
a alça do mundo
por mais que por vezes
estranhas canções
tecidas, delicadamente, pelo afeto íngreme
se nos acanhem
confie, glaux
soerguidas pelo amor
nós cantaremos sibilantes carinhos
e no bagaço de um descanso muito intenso
-mar, sol, coqueiro, axé e queijo-
dormiremos seguras
sobre a barriga de nossas constelações preferidas
numa gorda madrugada de abril
.
.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário