me meto de braços
compridos dend'água
tão noturna
sob a guarida de vênus
e
da lua
vitória-régia taciturna
vitória-régia taciturna
de tetas a estourar
ah, mulheres, nos sabemos
o vigor do nosso corpo no espaço
dos nossos pelos de aço
plúmbeas pairando sobre o pescoço
dos cumes mais empinados
o rio me inunda
toda nua
e m'encontro com peixes famintos
céu e algas
pretas lacunas subaquáticas
doces
no meu crânio de vidro
aquário alagado
toda a viscosidade me encanta
.
.
.
ah, mulheres, nos sabemos
o vigor do nosso corpo no espaço
dos nossos pelos de aço
plúmbeas pairando sobre o pescoço
dos cumes mais empinados
o rio me inunda
toda nua
e m'encontro com peixes famintos
céu e algas
pretas lacunas subaquáticas
doces
no meu crânio de vidro
aquário alagado
toda a viscosidade me encanta
.
.
.
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